segunda-feira, 30 de abril de 2012

Eu devia meter a insegurança por um sitio, que eu cá sei, acima...

Ora... eu fui convidada para sair. Um rapaz que conheço à uns anos, que não vejo com muita frequência, mas com quem falo quase todos os dias.
Quase um segundo encontro ás cegas.
Ele é giro, bem disposto, inteligente e mostra-se disponível...tudo o que se precisa. Óptimo.

Mas recusei. Simplesmente recusei, porque a insegurança é uma coisa que me atinge forte. E porque não conheço lá ninguém, e porque nunca fui para aqueles lados, e vou perder-me de carro, e ele vai ter lá amigos que vão mandar bocas ou se vão rir de mim, porque vou tropeçar e cair, porque me vou babar, porque o meu cabelo vai estar uma desgraça, porque me vai achar gorda, porque vou mandar um pontapé na gramática... e depois não posso simplesmente sair. Vou ter de me submeter.

Ok não vou. Prefiro ficar em casa sozinha. E pior: tentei explicar-lhe isto. Ele deve ter achado que sou louca.




Eu estou estragada.
E a culpa é Dele, do outro, que me deixou assim, quase sem reparação.
Quero o meu antigo eu, o meu eu determinado e desembaraçado.

Eu sei que estas reacções são parvas, eu consigo admitir e entender que sim, mas não consigo lutar contra elas.
No fim, só me apetece chorar, porque esta não sou eu.



Toda gente muda



(para bem ou para mal)

Hoje deu-me para isto #24



Ouvir isto pela manhã e cantar em plenos pulmões de cuecas.

domingo, 29 de abril de 2012

Tu sabes que sou uma pessoa de teorias...

E agora criei uma que dá para tudo. Aplica-se mesmo a tudo tudo.

"Lavadinho dá para todos..."


Agora pensa.


Sim, o meu mal é ter sono.

Eu tenho amigos assim... e gosto #7

A meio de uma história...

P: ... o livro não tem nada a ver com a série. 'Tás a ver? Uma gaja é preta e a outra é branca, tipo opaca.
Cat: 'Tass. Sabes que isto vai para o blog, não sabes?!